A Marionete dos Fios de Ouro

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Por em 20 de setembro de 2018

Era um pequeno meio rural, aonde todos faziam o uso de Marionetes, principalmente para atrações aos estrangeiros ou entretenimento dos mesmos. Cada boneca, que era puxada por fios simples, custava apenas uma moeda de bronze em uma pequena loja, porém, existia uma boneca, que nunca fora comprada, pelo simples fato de ter fios de ouros, e por esse motivo, ser muito mais cara. O filho mais novo do rei, de apenas 8 anos de idade, pediu ao pai para que comprasse aquela Marionete como presente de aniversário, o rei, claro, não conseguia rejeitar aos olhos inocentes daquela pequena criança.

Chegou o dia mais esperado para o pequeno, abria os presentes até encontrar sua tão esperada boneca controlada pelos fios de ouro, e logo assim, foi correndo para o quarto encenar uma peça com seus outros milhares de brinquedos. A jogou no ar, no chão, tanta violência contra que o braço da pequena havia caído. E sem utilidade alguma ou sentimento de remorso, jogou a boneca para um canto qualquer, durante a noite passava, a lua parecia ficar cada vez mais resplandecente, e por algum motivo que não posso citar, o pequeno corpo de manto, se ergueu, fitando o pequeno garoto enquanto procurava a perna desesperadamente, corre para os quartos dos empregados, observando, assim, entra no quarto dos pais, como se tivesse algum objetivo a seguir.
Os pais, porém, no dia seguinte pela manhã, foram acordar seu filho como de costume, pegaram ele pelos cabelos e começaram a jogar para cima e para baixo, até um momento que a perna do mesmo quebra. Um grito, um grunhido de dor totalmente agudo. O osso atravessou a perna do mesmo, e logo seu braço fora quebrado. O rei e a rainha levaram seu filho para o porão do castelo, prendendo-o em uma cadeira. Pegam duas pequenas tábuas de madeira, e a arrumam para ficar exatamente as que usamos para controlar Marionetes, colocam fios de ouro presas na mesma, e costuram na cabeça do filho, já morto, após ter agonizado no chão por vários minutos, que pareceram horas de pura tortura. Levantam o garoto pela suspensa, o movimentando igual fora movimentado a pequena Marionete dos fios de ouro, quebrando sua outra perna e seu outro braço, e um bruto movimento, seu pequeno e frágil pescoço quebra, sendo jorrado uma grande quantidade de sangue pelo chão.
A pequena Marionete, que assistia tudo com privilégio, parecia sorrir, mesmo não tendo algum tipo de boca, ou algo possível no rosto para ter alguma expressão. Os pais despertam do transe em que estavam olhando a situação do filho, gritaram desesperadamente por socorro, por alguém que os ajudasse. Eles não faziam ideia do que acabara de acontecer. Estavam doidos! Doidos! O pequeno pedaço de pano, que já havia desaparecido, estava novamente a venda na mesma loja, que era coordenada por um pequeno senhor, de cabelos grisalhos e olhos azuis.

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– Muito bem, minha pequena. – A pequena Marionete parecia chorar, mesmo que não tivesse olhos, ou algo no rosto. – Filha, se acalme.

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