Shadow Autor 30#

By on 7 de janeiro de 2018

Confira a premiação do Shadow Autor.


As ruas das cidades a noite são armadilhas mortais. Não se pode dizer que se está seguro, mesmo com tantos políciais fazendo suas rondas em bares em dia de jogo de futebol.

Ninguém em ser consciência, cortaria caminho em um beco escuro a está hora, exceto uma garota, após uma noitada de bebeiras, está claramente sobre efeito do álcool, que agora lhe dá tanta coragem. Eis aqui uma vítima muito fácil.

Ela só ira se dar conta que foi uma péssima idéia, quando já estiver no meio do caminho, quando começar a ouvir passos atrás, que começam a ficar cada vez mais perto.

Aumentar a velocidade dos passos até que uma caminhada rápida se torne uma corrida, não irá despista-lo, pois com seu equilíbrio afetado graças ao álcool, logo ira faze-la torcer o tornozelo, atrasando ainda mais sua fuga.

A risada de seu perseguidor ecoa pelo beco, apavorando-a ainda mais, e ele gosta, o maldito quer ve-la sofrer, quer tortura-la fisicamente e psicológicamente.

A mascara branca do psicopata contém uma lágrima negra escorrendo do olho direito, deixa o assassino ainda mais temível, claro, todo piscopata que se preze precisa de uma mascara para causar uma boa impressão.

A garota acaba caindo para alegria do assassino, que caminha cantarolando como uma criança em um parque de diversões, ela não ira ter chance alguma, e é, exatamente ai que eu entro em cena.

Diferente deles não gosto da idéia de usar mascara, acho a idéia já batida, prefiro enrolar meu rosto com uma bandagem branca, um pouco encardida claro, mas isso ajuda um pouco no meu estilo, um chapéu e um sobretudo, pronto, já é suficiente, não preciso e nem quero causar uma boa impressão.

O assassino já está com a faca apontada para seu pescoço, enquanto faz ameças a pobre vítima. Eu o surpreendo surgindo por de trás dele, como se saisse da própria terra.

Minha sombra cobre as deles, meu tamanho avantajado é o suficiente para abala-lo, ele sabe que com está faca de cortar pão não ira ser o suficiente para me deter.

Não me entendam mal, não sou um herói por estar intervindo neste assassinato.

Ele se vira, olhando para cima se sentindo imponente, eu o seguro pelo pescoço e o arremesso para longe da garota, que não se move por estar em estado de choque.

Caminho até ele, removo a faca de suas mãos, e com movimento rápido, giro seu pescoço com minhas mãos fazendo-o quebrar.

A moça se levanta e corre em minha direção, me abraçando chorando e me agradecendo. Demora um pouco para ela perceber que a esfaquei com a faca que removi das mãos daquele amador.

Ela da três passos para trás e cai, nossas sombras refletindo no muro, mostra cada detalhe dos meu movimentos, enquanto continuo a esfaqueando.

Eu disse, não sou um herói, para mim todos são vítimas.

By: Doc holliday

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