Sobressalto de uma Noite de Halloween Shadow Author #21

Sobressalto de uma Noite de Halloween Shadow Author #21

Por em 29 de outubro de 2017

Olá caro membro da legião do submundo, trago hoje para você mais creepypasta do evento Shadow Author que é realizado na Comunidade CreepypastaBr, confira a baixo!

➩ ◤I N T R O D U Ç Ã O◢

Era mais um ano em que em terras de concreto e animalescas casas de ferro e grades, que os irmãos Potter atravessavam as ruas à busca de massantes balas caramelizadas e chocolates em suas abóboras de plástico, só que o que estava por vir seria inesquecível.

《 L O A D I N G . . . 》

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┆       P A I N E L   D E   C O N T R O L E

┆➦ £ n t r a r   n o   B l o g   ●

┆➦ S a i r                               ○

┆                  S e n h a : * * * * *

┆               A c e s s o : Permitido

┆           D e s e j a   C o n t i n u a r ?

┆                     ○No           ●Yes

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Você teve sua chance, humano…

Continuando este queridissímo conto de Dia das Bruxas, nas ruas de Portland, Maine como nas outras cidades se comemora esta data e para as crianças inocentes é um dia para se entupir de doces e fazer travessuras.

Só que algo pairava diferente nas ruas do Maine aquele dia, uma brisa de valores e cargas negativas como se algo você desabar na cidade. E o Jeffrey Potter em seus 15 anos sentia que algo gritava dentro de si para não sair porta à fora.

— Jeff, vamooos… — como dizer não pra uma criança de quase cinco anos, era seu irmão Geri, ele tinha se caracterizado de Michael Mayers e bem fofo por sinal.

Eu já me vesti de Slenderman, só quis vestir o terno negro para parecer mais alto mesmo e “taquei” pancake em minha pálida face o que à fez ficar mais pálida ainda.

Saíram porta à fora, indo de casa em casa e vendo a alegria do irmão o bom humor até predominava em si, ao chegar na última rua, algo o fez arrepiar de súbito imediato e os gatos pulavam entre as lixeiras fazendo barulho.

As casas não tinham enfeites e pareciam ser esquecidas pelo tempo e por todos, Geri grudou no braço de Jeffrey que estufou o peito diante da situação e ergueu o olhar.

A última casa daquela rua com fim, se abriu lentamente e o ranger das dobradiças veio acompanhado com um doce cheiro de chocolate ao leite pestenejou no ar. “Que porra seria aquela?”, pensou consigo.

E estava bem iluminada e confetes tinham sido jogados levemente durante a abertura, Geri se soltou de seu irmão e saiu correndo em direção, droga! Crianças…

Deixaram seus doces escapulirem de suas mãos e sua abóboras racharem, Jeffrey quase não alcançou o irmão e assim que se jogou para dentro a porta se trancou de supetão.

— Qual é! Virou João e Maria agora?! — perguntou retoricamente, enquanto via seu pequeno irmão maravilhado. — Não coma nenhum doce!!! Entendeu Geri?!

O menino de cabelos louros e olhos negro fez uma face de desafiador e tirou um pedaço de chocolate da parede e deleitou em sua pequena boca, as luzes se apagaram e antes mesmo que pudesse levantar do chão, ouviu os choros do irmão.

É muita sacanagem! Ele pensou se aquelas balas de caramelo dos King tinha algum tipo de droga alucinógena, queria pensar que era só uma ilusão ou uma falha de sua mente.

Acordou zonzo, ele nem se lembrará de ser “apagado” e ouviu o tintilhar de garfos e facas e um som borbulhante, correntes prendiam seus tornozelos no chão de madeira envelhecida e lascada, ergueu um pouco seu olhar e viu seu irmão numa gaiolinha, aquele ser estava com uma faca imensa em sua mão.

Ele tinha que agir rápido, havia um forno e que dele exalava um cheiro de biscoitos, seria como na história original, meu irmão ficou em silêncio ao ver que eu estava acordado e que tudo ficaria bem.

Tinha uma corrente prendendo sua mão, mas o prego dela estava solto. A velha do diabo murmurava e cuspia palavras de ódio e miséria de sua maldita fome, foi em segundos que me vi solto, enrosquei a corrente em minha mão e a soquei.

“Caramba em, ela tem uma varinha.”, pensou com sarcasmo, jogou o prego para seu irmão que entendeu o que fazer e saltou daquela gaiola, pegou a faca caída no chão e atacou com repetidos golpes se assustou com a maldade de seu pequeno irmão.

— Jeff… ajuda eu, joga ela no fogo. — e mesmo assim não perdeu a fofura, sentiu algo atravessar seu peito, fora um feitiço que não surtirá efeito e com isso tomou o estopim de empurra-la e fechar aquele maldito forno.

Os dois saíram daquele local, e conseguiram recuperar alguns doces caídos no chão. Geri segurou na mão de Jeff que olhava distante para o céu ou a rua, tinha dúvidas a respeito do irmão mais velho.

— Maninho!

— Vamos fazer travessuras de novo, no próximo ano?

Jeffrey riu de gargalhar e olhoh para o irmão com sangue seco em seu rosto alvo que possuía o tom avermelhado, a máscara tinha ficado para trás.

— Talvez que sabe, Geri… quem sabe…

— Um ótimo halloween para nós. — falou o pequeno que correu pulando no espaço entre os blocos lisos de concreto da calçada.

E que halloween…

E é com isso que eu os deixo aqui caros leitores, o halloween é uma data cheia de surpresas e de muitos medos.

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