Até onde sua curiosidade pode lhe levar?

Até onde sua curiosidade pode lhe levar?

Por em 16 de maio de 2017

A noite costuma ser o ponto alto para os acontecimentos estranhos. Toda noite antes de dormir eu sinto uma certa presença me observando de trás das cortinas da escuridão, me mantenho fixo algumas vezes olhando para o nada, isso acontece várias vezes durante a noite ou períodos quando costumo permanecer sozinho em casa.

Certo dia, eu estava em pé no andar de cima da minha casa olhando para a rua, a rua estava quieta só os postes de energia acesos, de repente notei uma figura de aspecto feminino com trajes negros caminhando e ela estava segurando um pequeno jarro que reluzia na escuridão daquele noite.

Eu continuei a observar os movimentos daquela sorrateira mulher, ela continuou caminhando, mas algo estranho aconteceu, na minha rua a alguns metros da minha casa tem uma esquina que liga a quatro diferentes locais de entrada (ruas) e muitas pessoas conhecem esse tipo de ligação como uma encruzilhada.

Entretanto, as coisas foram ficando cada vez mais estranhas, tinha um poste de energia ao lado dessa suposta mulher que misteriosamente se apagou após a mesma se aproximar, já não dava mais para ver as ações dela e a única coisa que tinha visto antes do suposto apagão foi ela em pé de costa para a minha visão direta.

Eu fiquei inquieto querendo saber o que estava acontecendo ali, a curiosidade dominava meus pensamentos.

Alguns minutos se passaram e o poste que tinha desligado do nada novamente se acendeu, mas dessa vez a única coisa que agora vislumbro naquela noite fria é somente o jarro que se encontrava de pé, transbordando algum tipo de liquido.

Não vejo mais aquela figura por perto, neste momento somente o jarro que ainda transborda algo de dentro para fora, por minutos a fio o objeto continuou a expelir um liquido estranho, em meus confusos achismos continuei a tentar descobrir o que poderia ser, talvez seja água, mas de onde vem tanta? Era demais para um jarro pequeno ou talvez eu esteja vendo coisas fantasiosas demais na TV “neste momento ri comigo mesmo”.  Será que aquela pessoa quebrou algum cano e colocou o jarro em cima para cobrir o ato de vandalismo e fugiu?

Ah! Minha curiosidade.

Não aguento mais esperar e preciso ter certeza sobre o que é aquilo, pego minha lanterna, procuro minhas chaves da porta da frente, agarro meu casaco, olho o meu relógio e digo em voz alta:

– Agora são 3 h:20 da madrugada.

Lentamente abro a porta da frente e vou em direção ao jarro, caminho sorrateiramente observando todos os cantos daquela rua escura, ao chegar no meu objetivo acendo minha lanterna e me deparo com um liquido negro e viscoso fluindo para fora do jarro com força e com uma densidade altamente viscosa…

– Droga, isso não é água eu deveria ter colocado minhas botas.

Após alguns minutos investigando sinto um cheiro podre exalar no ar, parecia um odor de animais mortos com fezes, parecia que tinham matado algum animal e largado o corpo escondido em algum buraco ali perto.

Comecei a me afastar do objeto achando que era algum esgoto que aquela pessoa tinha estourado, meus pés começam a ficar preso naquele liquido nojento, não consigo me mexer.

Novamente olho para o meu relógio e que agora marca 3 h:33 da madrugada e o mais curioso é que o mesmo parou de funcionar neste exato ponto.

Pego minha lanterna, e acendo mais uma vez apontando para o jarro que agora parece transbordar um liquido avermelhado e grosso. Começo a entrar em pânico, vejo alguma coisa tentando sair de dentro do jarro, grunhindo para se libertar, posso ouvi os urros e sinto também uma pressão que me envolve.

A tentativa da criatura de se libertar está funcionando, ouço gritos horrorosos e lamentos vindo de dentro do jarro. É como se eu tivesse assistindo um filme 4 D entretanto muito real.

Minha lanterna desliga sozinha, eu tento liga-la novamente, bato diversas vezes a mesma em minhas mãos, mas eu não consigo ver mais nada, a noite ainda está escura tudo está no total breu, só consigo ouvi as vozes que pareciam vim do próprio inferno e alguma coisa em passos pesados vindo em minha direção.

Eu começo a entrar em pânico e a tremular, penso em me desmanchar em gritos pavorosos, mas a situação não é favorável para que eu faça isso, estou em choque, permaneço sentado esperando a próxima cena daquele pesadelo terrível que me ofuscava a mente.

Alguma coisa com as mãos molhadas agarra o meu colarinho e me arrasta até o jarro estranho, eu tento me desgarrar, mas é inútil. A criatura segurava a minha cabeça e aponta os meus olhos para o interior do jarro.

Quando eu olho dentro do objeto presencio um lugar extremamente feio e o ar que transbordava para fora do jarro no meu rosto parecia que ia destruir minha pele de tão quente. Vejo pessoas ao longe, as pessoas daquele lugar estavam presas em troncos de madeira sendo serradas, outras bebendo o próprio magma, entre muitas outras atrocidades desumanas que eu não acreditava ser real.

Eu começo a me debater, gritar por ajuda, usei toda a minha força e pavor para sair daquela situação insana, implorei para que a criatura me deixasse ir, mas tudo foi inútil…

A criatura rir, e diz:

– Para que um saia, outro tem que permanecer no lugar, agora conte essa história a meus amigos que permaneceram para traz, obrigado por vim ao meu encontro seu tolo.     


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